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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

domingo, 22 de janeiro de 2012

Frase do dia, até porque, podia ser minha...

"Gosto daquilo que me desafia. O fácil nunca me interessou, já o obviamente impossível sempre me atraiu — e muito. " 
Clarice Lispector

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Sobre o dia de hoje e os seguintes...

Há muita coisa que me apetece falar relativamente a certos assuntos, no entanto vou permanecer em SILÊNCIO, que quer se queira quer não, às vezes consegue ser o companheiro ideal...

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Testes...

Hoje mais um teste... 2.ª feira outro teste... Próxima 6.ª feira outro teste... A verdade é que todos os dias há testes e todos os dias somos postos à prova...

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

E o veredicto é...

Sob pena de estar a violar os direitos de autor:
1 - "O caso sub judice" - "Expressão reservada aos tribunais" R: Lá estou eu a querer pôr a carroça à frente dos bois... Se há coisa que não quero é fazer-me passar por Tribunal, quanto muito magistrado mas para isso... Só fico um pouco transtornado, porque já fui corrigido por ilustres docentes (entre os quais o Sr. Prof MRS), e nenhum teve a coragem de ser frontal e me explicar isso, pelo que desde já lhe agradeço.
2 - "Sugiro muito vivamente que no futuro se concentre em responder ao que é perguntado". R: Eu bem tento, mas esta mania de querer ser perfeitinho no que faço, faz-me ser o "maior" no que me é perguntado. A questão é que é só em duas ou três das seis ou sete questões feitas.
3 - "O tempo de exame é exíguo". R: Bem sei, bem sei... Constato-o quotidianamente, nomeadamente quando sou colocado à prova em exames de Direito. O Quid Juris faz-nos divagar tanto e concomitantemente com isso, não sou um Michael Schumacher (sei escrever, e e... já não está mau!) no domínio da caneta (Já tentei esferográfica, bico fino, bic cristal - escrita normal, tinta permanente...)...
4 - "(...) gerir melhor o tempo". R: Ver o n.º 2 e n.º 3 do caso sub ju... ups, do caso em apreço...
5 - "Demonstra conhecimentos". "Dr.ª, folgo em ver que consegue apreender isso do meu teste, sinceramente estudei bastante e até julgava que percebia disto (pois julgavas... julgavas mal!). Não obstante isso, senti-me regressar aos meus tempos do Secundário e Preparatória, quando levava uma folhinha com as notas e as ponderações globais dos professores para casa...
6 - "(...)prejudica muito a avaliação deste teste". R: Eu sei, eu sei... É o chamado "abre-olhos" (mais um!)... Quantos mais serão necessários?! A ver vamos...

NOTA: Nada neste texto é feito com intuito "anti-docente", antes pelo contrário. Serve para me auto-penitenciar e "abrir os olhos" para o que vem para a frente. É bom que as pessoas sejam honestas e francas e nos expliquem onde erramos, para que de futuro não cometamos os mesmos erros, ou para que pelo menos estejamos mais alertas para os mesmos.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Dar cartas...

Mais um dia em que dás cartas e eu não sei se jogo... quer dizer, quero jogar, anseio por isso... mas receio-o. Estigmas criados, medos (in)fundados... talvez só na minha cabeça, mas essa há muito que é complicada. Quer tanto, exige tanto... que me deixa com tão pouco.
Vou vendo as cartas uma a uma. A verdade é que gosto do jogo... Sinto que à frente tenho alguém que baralha e dá... evidente que nem tudo são ases, também há duques, mas o importante... o importante é com o jogo que temos avançarmos rumo à vitória. É isso que nos faz jogadores... É isso que nos faz vencedores. 05:46h da manhã, a chuva cai lá fora e vi-me obrigado a ir fechar a janela que se encontrava aberta desde há muito... já nem com a chuva partilho o meu jogo. Escondo-o. Escondo-o bem junto ao peito. Escondo-o bem junto ao coração. Escondo-o mas desejo revelá-lo... Seja para ganhar... Seja para perder. Porém, sinto que o jogo que tenho tem potencial... e sinto que tu que dás as cartas, queres ir a jogo... Quem sabe nos mesmos termos que eu... ambos espreitamos para ver o trunfo... ambos temos as cartas junto ao peito... ambos olhamos nos olhos, como tentando ver o reflexo das cartas ou quem sabe algo mais... fazemos "bluff"... fazemos provocações... mas ambos gostamos, e sinto-o. A adrenalina e o nervoso miudinho... Ambos continuamos a jogar e a jogar as cartas na mesa... revelando os trunfos, os bluffs e o jogo... materializando o olhar... mas, e o que ganhamos? Não sei... Sinceramente não sei... mas sei que quero continuar a jogar... quero que me dês as cartas tal como te dou a ti... com ases, trunfos, manilhas, duques, ternos... seja o que for... mas com vontade de jogar... com sentimento... nos olhos um do outro... sem medo de perder... Por isso, dá as cartas e deixa-me jogar... joga, é a tua vez...
A verdade é que estou a adorar...