As pessoas às vezes andam com uma máscara e passando uns tempos ela cai, pois bem, a minha caíu na 6.ª feira passada... ao saber uma nota menos boa na faculdade, "desmanchei-me". O castelo de cartas que tenho vindo a construir está tudo menos fixo e tantos abalos tem sofrido que veio abaixo. A verdade é que têm vindo a cair cartas atrás de cartas e o baralho começa a não ter a rigidez que deveria ter e, a verdade é que agora não o posso trocar, pelo que me tenho de "aguentar" com ele por mais difícil que seja manter-me em "jogo". Os meus amigos felizmente estão cá e não me abandonam, é graças a eles que o castelo se vai mantendo em pé apesar do peso que sustém. Espero que se aguente o suficiente... ele e... Eu.
Este pretende ser o meu pequeno cantinho, fica entre o meu coração e a minha cabeça ou, algures onde apenas eu sei...
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
sábado, 9 de janeiro de 2010
As Crianças e as Constatações...
A Filipa Alexandra e o Jorge Daniel que me perdoem... Está delicioso e faz-me lembrar os tempos de escola. Ó tempo volta para trás! Cheguei a fazer umas "obras-primas" destas, com cruzinhas e tudo... mas a Filipa Alexandra já por via das dúvidas tem o Tó Quim debaixo de olho...
Constatações:
1 - O amor já não é o que era (ou foi)...
2 -"Doida e Louca" - Esta nova geração começa bem... no meu tempo acho (tou todo queimadinho...) que dizia simplesmente "gosto de ti"... ou será que dizia "doido"? LOL
3 - 3º parágrafo... Tirando os erros ortográficos (terei de perguntar às(aos) ilustres leitoras(es) mais esclarecidas(os) na lide com crianças ou ao ensino, se tais são censuráveis...
... e afinal ainda existe o (simples) "gosto de ti" (um alentejano ainda lhe acrescentaria "porra!")
4 - "O ideal era que estiveres"... Esta miúda fala bem... "mas se não estiveres vou ter que mandar uma carta ao Tó Quim" - Afinal já em novas as mulheres tem o tal "amigo" que vão deixando sempre o beicinho (ó se eu sei isto... ó ó...) e que está ali sempre pronto a ajudar (tótó...). O que é certo é que no fim ela dá a opção ao Jorge Daniel - "tu é que sabes"...
5 - Os erros (e tal) continuam e, lá vem a história das amigas que cobiçam o "namorado ou pretendido" à amiga... (é sempre uma inveja... já para não falar que o fruto proibido é o mais apetecido... Ganhem juízo ou então arranjem um disponível! Afinal segundo consta, já não são 7 mulheres para cada homem (aqui faço um pequeno aparte e pergunto-me onde andam as minhas, mesmo sabendo que só pretendo uma...), pelo que orientem-se... Adiante... o Jorge Daniel afinal dá mostras de grande maturidade e é ecologista... os papéis do bollycao que nem sequer são dele, é ele que os vai meter no lixo. Estamos todos a aprender... ficamos só na dúvida se ele os coloca no respectivo ecoponto...
6 - "Os meus pais têm um mercedes e uma casa de férias em Vieira" - Pronto, agora é que se nota a "evolução" dos tempos... Materialismo?! Realmente as coisas já não são o que eram... Onde está o "Amor e uma cabana"?! Mercedes? Casa de férias?! É assim que queres conquistar o Jorge Daniel pá?! Chega-te perto dele e vai de dar um xôxo no moço... Com o resto vais ter muita sorte... Nem ele tem carta, nem os teus pais te dão a chave de casa da Viera para irem brincar com o Lego... No Way! OMG... Estes miúdos regridem em tanta coisa...
7 - Jorge Daniel sê bom rapazinho e responde lá à Filipa Alexandra (até os nomes já não são o que eram...). Aproveita para lhe dizer, que não estás interessado em bens materiais e que até queres celebrar uma convenção pré-nupcial, para não haver "caldeiradas" a esse nível. Ahhhhhhhh aproveita e tem uma conversinha com o Tó Quim (que nome bonito...), porque senão ainda levas com "lenha" pá, o que hoje em dia com os estrangeirismos emergentes (confesso que uso alguns...) chamamos um "encorning" e depois ao desabafarmos com amigos ainda ouvimos o "é a viding"!!!
Quanto aos desenhos a Filipa Alexandra até se safa muito bem (agora no português... não arranjes uma explicadora não... se quiseres conheço alguém que é capaz de dar uma ajuda... eheheheh).
Constatações (Folha 2):
1 - Ainda se usa lancheira?! Afinal nem tudo mudou...
2 - A resposta passou do "sim ou não" (via cruz ou risca o que não interessa) dos meus tempos para o "claro que sim", "não", "talvez", "vou perguntar aos meus pais" e "outros"... claramente um aumento de alternativas para o "nosso" Jorge Daniel....
Boa sorte, ganhem juízo e cuidado quando um dia fizerem O Amor!
Gostei da veia artística... não gostei do mercedes... afinal o Amor é algo que não se vê... sente-se... mas (e há sempre um mas...) o Amor já não é o que era...
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Dar cartas...
Mais um dia em que dás cartas e eu não sei se jogo... quer dizer, quero jogar, anseio por isso... mas receio-o. Estigmas criados, medos (in)fundados... talvez só na minha cabeça, mas essa há muito que é complicada. Quer tanto, exige tanto... que me deixa com tão pouco.
Vou vendo as cartas uma a uma. A verdade é que gosto do jogo... Sinto que à frente tenho alguém que baralha e dá... evidente que nem tudo são ases, também há duques, mas o importante... o importante é com o jogo que temos avançarmos rumo à vitória. É isso que nos faz jogadores... É isso que nos faz vencedores. 05:46h da manhã, a chuva cai lá fora e vi-me obrigado a ir fechar a janela que se encontrava aberta desde há muito... já nem com a chuva partilho o meu jogo. Escondo-o. Escondo-o bem junto ao peito. Escondo-o bem junto ao coração. Escondo-o mas desejo revelá-lo... Seja para ganhar... Seja para perder. Porém, sinto que o jogo que tenho tem potencial... e sinto que tu que dás as cartas, queres ir a jogo... Quem sabe nos mesmos termos que eu... ambos espreitamos para ver o trunfo... ambos temos as cartas junto ao peito... ambos olhamos nos olhos, como tentando ver o reflexo das cartas ou quem sabe algo mais... fazemos "bluff"... fazemos provocações... mas ambos gostamos, e sinto-o. A adrenalina e o nervoso miudinho... Ambos continuamos a jogar e a jogar as cartas na mesa... revelando os trunfos, os bluffs e o jogo... materializando o olhar... mas, e o que ganhamos? Não sei... Sinceramente não sei... mas sei que quero continuar a jogar... quero que me dês as cartas tal como te dou a ti... com ases, trunfos, manilhas, duques, ternos... seja o que for... mas com vontade de jogar... com sentimento... nos olhos um do outro... sem medo de perder... Por isso, dá as cartas e deixa-me jogar... joga, é a tua vez...
A verdade é que estou a adorar...
Vou vendo as cartas uma a uma. A verdade é que gosto do jogo... Sinto que à frente tenho alguém que baralha e dá... evidente que nem tudo são ases, também há duques, mas o importante... o importante é com o jogo que temos avançarmos rumo à vitória. É isso que nos faz jogadores... É isso que nos faz vencedores. 05:46h da manhã, a chuva cai lá fora e vi-me obrigado a ir fechar a janela que se encontrava aberta desde há muito... já nem com a chuva partilho o meu jogo. Escondo-o. Escondo-o bem junto ao peito. Escondo-o bem junto ao coração. Escondo-o mas desejo revelá-lo... Seja para ganhar... Seja para perder. Porém, sinto que o jogo que tenho tem potencial... e sinto que tu que dás as cartas, queres ir a jogo... Quem sabe nos mesmos termos que eu... ambos espreitamos para ver o trunfo... ambos temos as cartas junto ao peito... ambos olhamos nos olhos, como tentando ver o reflexo das cartas ou quem sabe algo mais... fazemos "bluff"... fazemos provocações... mas ambos gostamos, e sinto-o. A adrenalina e o nervoso miudinho... Ambos continuamos a jogar e a jogar as cartas na mesa... revelando os trunfos, os bluffs e o jogo... materializando o olhar... mas, e o que ganhamos? Não sei... Sinceramente não sei... mas sei que quero continuar a jogar... quero que me dês as cartas tal como te dou a ti... com ases, trunfos, manilhas, duques, ternos... seja o que for... mas com vontade de jogar... com sentimento... nos olhos um do outro... sem medo de perder... Por isso, dá as cartas e deixa-me jogar... joga, é a tua vez...
A verdade é que estou a adorar...
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