quarta-feira, 21 de agosto de 2013

E para quem pensa que as férias são só praia...

Engana-se! É que estou a arrumar a casa... Nada de risadas desse lado ok?! É que arrumo a minha e mais nenhuma... 
...e, quem apesar do meu aviso, se atreveu a rir, fique sabendo que amanhã volto à Côte d´Caparique!!! Ahpoizé! :-)

PS: Pena que não se consiga "arrumar" a cabeça tão facilmente...

16 comentários:

Maria disse...

Qual risadas qual quê...quem me dera ter conseguido arrumar a minha nas férias...mas nem tanto!
Bjs
Maria

Algures disse...

Ó Maria, e achas que eu consegui fazer muita coisa?! Esta é a terceira semana de férias e hoje lá me mexi um pouco neste aspecto e, acredita que há muuuuuuuuiiito a fazer! Por isso, ainda não tenho mérito nenhum... mas gostava de o ter! :-)

Beijinhos*

Alexandra disse...

Vá o que conta é a intenção de fazer e depois desde que não vivas atolado de pó tudo se resolve :D

Bom saber que os homens prendados existem mais que os dedos das mãos e dos pés! :D

Beijinho grande**

Sorriso disse...

Arrumar a casa é sina de quem tem casa mesmo de férias.Nas férias vai-se fazendo. Por aqui vai-se à praia ao fim do dia.
Se mudarmos as rotinas já são férias.
Boa continuação de férias! :)

Algures disse...

Alexandra,

Pó?! E o pó que eu ganho a isto?! :D
Os homens quando vivem sozinhos têm necessariamente de ser prendados, a não ser que sejam como alguns que conheço, que vão deixar a roupa a casa da mãe, jantar a casa dos pais e ainda arranjam uma empregada, isto quando não sobra para a respectiva (como os invejo!!! Kidding... ). Tem de ser, e isso tem muita força!

Beijinho grande*

Algures disse...

Sorriso,

Aqui também se vai arrumando. Normalmente arrumações pela manhã e praia à tarde, que a Caparica ninguém me tira. E sim, mudar a rotina já são férias!

Obrigado! :-)
Beijinho*

Alexandra disse...

Valorizo e muito homens com esta atitude, sabes porquê? Não se prendem a preconceitos e se estão sozinhos não inventam subterfúgios, nem se queixam da vida que têm independentemente das razões que os levaram a tal situação. Acredito até que um homem que passa por uma situação destas valoriza e olha para o relacionamento com uma mulher por outro prisma. Posso até estar enganada, mas penso que não! Claro que cada caso é um caso, mas é pelos comportamentos e forma de estar na vida que se vê quem é que diz ser e quem não é! 
Seria um tema que daria para falarmos até amanhã de manhã ou dias a fio...

beijinho grande*

Algures disse...

Alexandra,

Começando pelo fim, é sem dúvida um tema que daria azo a muita conversa.
É bom saber que valorizas tal facto, porque nem toda a gente o faz, até porque há quem apenas reconheça o seu "trabalho" e não o dos outros.
Se sou exemplo? Acho que não... Faço-o, porque tem de ser, não porque tenha gosto nisso, mas como sabes, hoje em dia há muita coisa que se faz assim.
Se dou valor a quem o faz? Dou e, também acho que saio valorizado com isso.
Se sou perfeito a esse nível? Desenrrasco-me. Sei limpar, passar a ferro, lavar a loiça, cozinhar e até coser...
Se é algo a valorizar numa relação ou na forma como se "olha" para uma mulher? Sim, acho que um homem que saiba o que isto representa, dá um maior valor à companheira. Como em tudo na vida, há que haver partilha, pois essa não existe apenas para as coisas boas da vida.
Ainda queres falar sobre isto?!

Beijinho grande*

Alexandra disse...

Estás-me a aguçar a vontade de falar sobre isto sim. Um dos principais problemas ou gigantes Adamastores dos relacionamentos é a falta de apreço e valorização por aquilo que o outro faz.
Dou valor a pessoas que trabalham, que desdobram-se em mil se necessário para levarem uma vida digna em todas as esferas dessa mesma vida.
Mulheres e homens procuram e sentem o mesmo, apenas têm diferentes formas de o transmitir. Um homem rege-se pelo raciocínio lógico, a mulher pela verbalização de sentimentos, pelas emoções... ambos sentem!
Durante séculos incutiu-se no homem que este deveria ser o provedor de bem estar material da família, cabendo à mulher o papel de assegurar o bem-estar emocional da família e da casa. A vida mudou, a sociedade e o tempo também... instaurou-se o divórcio, a emancipação mais cedo de casa dos pais, outras obrigações, novos conceitos e o homem hoje é confrontado com a solidão e o ter de viver sozinho e saber lidar com tudo o que isso implica.

Como disse é de valorizar e se és um exemplo? Poderias ir sempre pelo caminho mais fácil, não querer saber de nada e deixar andar.

Ainda queres falar, mais, sobre isto?

Beijinho grande!

Algures disse...

Alexandra, vou considerar esse "aguçar a vontade" como um elogio, porque acho que foi com esse sentido que o disseste, o que me deixa com um sorriso. :-)
Sim, efectivamente um dos principais problemas nos relacionamentos dos dias de hoje é esse que referes. A divisão de tarefas nos casais encontra-se muitas vezes desequilibrada, seja por falta de comunicação, seja por preguiça, seja porque os "filhinhos(as)" sempre estiveram sobre a alçada da "mamã", saindo tarde de casa e, mal habituados(as), pois as "mamãs" e os "papás" sempre zelaram para que os descendentes não se "incomodassem" (e não é esse um dos grandes males da sociedade portuguesa de hoje em dia, onde escasseiam os princípios, valores e respeito pelo próximo, pergunto).
Focas pontos muito importantes, como as "razões históricas" desta "divisão de tarefas" e, as causas da "queda" deste modelo, que, uma vez mais, me obriga a dar-te razão (não que estejamos em desacordo!), sendo também motivos para outros "males" dos dias actuais (a falta que faz a educação dada a uma criança pela sua mãe nos dias de hoje...a emancipação também tem um "dark side" [não que esse papel seja competência da mulher, mas a realidade histórica da nossa geração foi essa!]).
É de valorizar sim. Se sou um exemplo? Não creio. Também tenho os meus desleixos e, também "deixo andar", mas, uma coisa é certa, não sobra para cima de ninguém a não ser para mim próprio.
Podemos sempre falar mais, sobre isto, ou, sobre outras coisas! Eheheheheh :-)

Beijinho grande*

PS: E dizs tu que andas com pouca vontade de escrever... :-)

Alexandra disse...

Ando com pouca vontade de escrever, o que não significa inexistência de informação pronta a ser partilhada. Estou cansada e não é palavra que goste de dizer ou sentir mas, é verdade, estou cansada. Faço do blogger uma leitura paralela onde posso trocar ideias com outras pessoas sobre variados temas. Este é um que dá para abordar variadíssimos pontos essenciais e tão descurados.

Educação dos filhos, ainda não os tenho, mas irei educar os meus como fui educada. Ter de acordo com as necessidades e um mimo de vez em quando porque é benéfico e sabe bem. Sei o que quer dizer não, ouvi muitos nãos ao longo destes meus 28 anos, cresci com eles e hoje os digo com convicção. Nunca me estendi num chão de uma loja de brinquedos por pura birra e confesso que a única coisa que gostava de pedir e ainda peço é um bolinho de chocolate :D

Orgulho-me em dizer que não tenho telemóvel, já tive mas não gosto. Ninguém tira de mim a minha bicicleta, embora adore conduzir e tudo o que conquistei foi por mérito e com aquele empurrão de quem me ama incondicionalmente. Vejo a minha geração, uma geração completamente sem rumo salvo algumas excepções... noitadas, copos, bebedeiras, dormir com um hoje, com outro amanhã, porque afinal a vida é uma festa completa. Esta última parte do meu comentário pode gerar polémica, mas medo não tenho, assumi desde sempre as minhas palavra e isso valeu-me a chave de ser feliz! Vejo jovens que querem ser adultos, crianças que dominam os pais e pergunto tantas vezes onde iremos parar. 

Tenho pena, sinto pena que não haja bom entendimento e compreensão entre seres enamorados, namorar parece um frete que fazem, não se conhecem, revestem-se com máscaras e capas que caem cedo ou tarde. Casar é aquela coisa que provoca urticária, que é vista como um contrato e um enfado enfardado com espinhos. Tudo na vida requer tempo para solidificar e fortalecer, o tempo que poucos querem despender. 
Estar sozinho é bom, muito bom mesmo, porque somente aquele que passa pela solidão e se deixa levar por ela q.b dá o devido valor de estar com alguém.

O meu avô costumava dizer que o mundo não estava preparado para me receber, mas este mundo precisa de pessoas equilibradas, audazes e integras com um toque de irreverência.

Beijinho grande*

Sissy disse...

Faça-me um favor de passar pela minha casa... :'D
coisa que odeio... mas que faço todas as semanas...

Beijooo******

Algures disse...

Alexandra,

É natural que nos sintamos, aqui, ali, algures, cansados... de escrever ou o que quer que seja! Não vejo mal nessa "confissão", afinal, não mais é, que a prova da nossa condição de humanos.
Embora gostasse de ter filhos, (ainda) não os tenho, o que não invalida que tenha opinião sobre o assunto (desvalorizada, é certo, mas ainda assim, válida a meu ver). É talvez das coisas mais difíceis na vida, educar, assim como saber dizer não ou dar uma palmada quando necessário.
No meio de todos os meus defeitos, estou longe de ser um exemplo aos mais variados níveis, mas procuro pautar a minha vida pelos princípios e valores que me foram transmitidos, ou que apreendi nesta viagem que é a vida. Passam por honestidade, justiça, trabalho, amizade e amor. Acima de tudo, tentar não prejudicar o próximo. Se falho? Todos os dias... Se aprendo? Todos os dias...
Estar sozinho faz parte dessa aprendizagem. Uns dias é o ideal, muitos outros não. Faz parte. :-)

Beijinho grande e mantém essa orientação, estou certo que te manterá feliz Algures onde apenas tu sabes...

Algures disse...

Sissy,

Não precisa de mais nada?! Eheheh :-)
Há alguém que goste?! Vou fazendo à medida da necessidade e da disponibilidade... mas dá sempre jeito uma ajuda! :-)

Beijoooo*

Alexandra disse...

Também não tenho catraios e eu que gostaria de (quero) ter três :D Devo ter o último lá para os 40!

Todos os dias aprendemos e será sempre uma aprendizagem até ao final dos nossos dias. 

Vou deixa uma música ;)

http://www.youtube.com/watch?v=w2loAlaonqQ

Fica descansado, esta é a minha essência e assim irei partir um dia, feliz!

Beijinho grande!

Algures disse...

Alexandra,

E é assim mesmo que temos de ver as coisas... :-)

Beijinho*