Tu já me arrumaste no armário dos restos
eu já te guardei na gaveta dos corpos perdidos
e das nossas memórias começamos a varrer
as pequenas gotas de felicidade
que já fomos.
Mas no tempo subjectivo
tu és ainda o meu relógio de vento
a minha máquina aceleradora de sangue
e por quanto tempo ainda
as minhas mãos serão para ti
o nocturno passeio do gato no telhado?
Isabel Meyrelles
Este pretende ser o meu pequeno cantinho, fica entre o meu coração e a minha cabeça ou, algures onde apenas eu sei...
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quinta-feira, 6 de março de 2014
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
terça-feira, 23 de julho de 2013
Escrito por mim Algures onde apenas eu sei... I
O tempo é bom conselheiro mas o coração não o é. Não acredito num prazo para as coisas, elas simplesmente acontecem e fluem enquanto forem alimentadas... Até quando? Isso só o tempo o dirá. E o coração...
sábado, 26 de maio de 2012
Sensações...
Porque é que tenho a sensação de quando estava na Faculdade, acabava por ter mais tempo para mim?! Ui... Isto é capaz de querer dizer alguma coisa... Bom, talvez vá só ali num instante aproveitar este sol!
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Um tempo só meu...
Nos últimos tempos enquanto estudo vem-me muita coisa à cabeça e, há pouco, comecei a pensar que desde o falecimento do meu pai ainda não parei um pouco. Entrei para a Faculdade nesse ano e habitualmente vou às aulas, pelo que trabalho de dia, frequento as aulas à noite e o resto do dia é passado no trânsito e pouco mais. Fins de semana de estudo e pouco mais... Se este ano conseguir terminar o curso espero finalmente ter um pouco de tempo para mim e voltar a ter uma vida normal. Preciso disso mais do que nunca, pois neste momento só me apetece estar num cantinho bem sossegado, um cantinho só meu, com um tempo só meu...
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