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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Pensamento do dia...

"Uma mulher com a cabeça no teu ombro pode ser o suficiente para a vida valer a pena. E é."

in "O Livro dos Loucos", de Pedro Chagas Freitas

terça-feira, 15 de outubro de 2013

O meu almoço dá um post...

Imaginem que...
Algures vai almoçar e senta-se sozinho. Entretanto, chega uma colega jurista, pede licença e senta-se em frente.
Algures, que não gosta de ser carrancudo e antipático (às vezes devia, ó se devia...), para fazer conversa de circunstância comenta:
- Então Maria Joaquina (nome fictício e sem os Dr.´s que essas colegas tanto gostam...), já viu o regime tal?!
- Nem me diga! É inacreditável. Ainda não se aplicou uma legislação e o o legislador já está a aprovar outra... Blá, blá, blá... (estão a ver aqueles personagens adultos do Charlie Brown?! E a maneira como falam?! É isso...)
- Hum hum...
- Blá, blá blá... (já sabem como falam os personagens?! É assim...)
- Hum hum...
Entretanto levanta-se outra colega ao lado que chegou depois dos intervenientes... já "almoçada" e provavelmente a pensar "este pessoal não bate bem"...).
Continua a colega...
- Blá, blá, blá... (agora já sabem como eu a estava a ouvir...)
(...)
- Então até amanhã!
- Até amanhã e um resto de um bom dia! Respondo eu, a pensar... irra, granda estucha que apanhei, já percebi porque não é casada...
Posto isto, vem outra colega de uma área completamente diferente e que havia saído de outra mesa para permitir que colegas da mesma área ficassem juntos, e pergunta:
- Posso?
- Faça favor.
- As pessoas querem almoçar juntas e não quero estragar nada, blá, blá, blá...
- Pois, mas as pessoas por serem da mesma área, não têm que fazer tudo juntas, afinal, já passam o dia juntas...
Começa a colega com uma história de se fazerem "caldinhos" quando se almoça sempre com um homem casado, outros caldinhos quando se faz assim, outros quando se faz assado, e às tantas já estava a entrar na esfera privada... continua:
- Blá, blá, blá.... e então disse à minha mãe, que tem 82 anos, blá, blá, blá...
E continua...
- Blá, blá, blá...
Entretanto acabo de comer e, confesso, já um bocadinho farto da conversa, digo:
- Desculpe não ficar a fazer companhia, mas vou ter de ir. Gosto em vê-la. Bom apetite e um resto de um bom dia...
- Não se preocupe que eu não fico sozinha...
- Sim, vêm aí mais colegas...
- Não, não... eu nunca estou sozinha. Estou sempre com os meus anjinhos... blá, blá, blá... (...) e os meus anjinhos, blá, blá, blá... e a minha mãe, blá, blá, blá...
- Ainda bem que tal assim é... então um resto de um bom dia!
FÓNIXXXXXXXXXXXXXXX! Duas em pouco tempo é obra! Toma lá que já almoçaste...

PS: Mais conversa, mais conversa (sim, não é menos...foi sempre a somar e bem mais do que aqui se encontra escrito...), foi isto...

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Ladies and gentleman, from Russia...

Lembram-se de ter dito que não tinha paciência para programas de variedades infantis (não disse crianças, ok?!)?! Não?! Provavelmente foi porque nunca o referi eheheheh! Posto isto, foi-me dada a oportunidade de ver uma cantora infantil russa e, vá-se lá saber porquê, gostei... Chama-se Angina e tem um "je ne sais quoi"... Ladies and gentleman, from Russia...

sábado, 21 de setembro de 2013

Sou muito mau a adivinhar...

“Sei pouco sobre as mulheres e cada vez sei menos.
Nem sei – ou quando sei já é tarde demais – se gostam de mim e, quando isso acontece, não chego a saber o que isso possa querer dizer.
Há muitas maneiras de gostar, é verdade.
Quando se gosta de um casaco é ele o que trazemos mais vezes.
Com as mulheres é diferente.
O que importa, acho eu, não é nem o que elas dizem nem o que elas fazem mas o que elas não dizem e pensam fazer.
É preciso adivinhar e eu sou muito mau a adivinhar.”

Pedro Paixão in Viver Todos os Dias Cansa

sexta-feira, 17 de maio de 2013

A resposta a uma pequena "brincadeira/provocação"

Recebi um mail (dirigido a vários, homens e mulheres) com uma frase em jeito de "brincadeira/provocação" que dizia:

“Os homens não são todos iguais, não! Cada um tem seu jeito diferente de fazer merda.”
Respondi de pronto a todos:

“Nenhuma situação é tão complicada que uma mulher não possa piorar.”


A verdade é que esta frase hoje parece-me tão certa, infelizmente...

sexta-feira, 8 de março de 2013

Mulher...

Todos os dias são dias da Mulher e a verdade é que não conseguimos viver sem vocês...

MULHER (ao som de...)

Um aroma suave
exalou das mãos do Criador,
quando seus olhos contemplaram
a solidão do homem no Jardim!
Foi assim:
o Senhor desenhou
o ser gracioso, meigo e forte,
que Sua imaginação perfeita produziu.
Um novo milagre:
fez-se carne,
fez-se bela,
fez-se amor,
fez-se na verdade como Ele quer!
O homem colheu a flor,
beijou-a, com ternura,
chamando-a, simplesmente,
Mulher!

Ivone Boechat

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

"O que é que as mulheres sabem sobre nós?"

"O que é que as mulheres sabem sobre nós?

Sabem que olhamos para as curvas dos corpos delas nos vestidos e imaginamos o que estará por baixo. Que as vamos descascando: camada a camada. Sonhando com a cor da lingerie que trazem no corpo. Se é vermelha, ou preta. Perdemos minutos a imaginar como será que o corpo se aguenta em toda aquela camisa de forças. Será que as ancas não gritam? Será que os seios não esperneiam? Assumimos que sim. Elas sabem disso. Quando as deixamos passar à nossa frente, ou lhes damos um jeitinho no meio da multidão, elas sabem que somos cavalheiros da nossa causa, à nossa maneira. Só lhes queremos sentir o perfume, ou procurar um eventual toque no corpo. Um motivo para meter conversa, ou para as apreciar noutros ângulos. Elas sabem disso. Sabem que conquistamos as amigas para as conquistar. Ninguém vence batalhas sozinho. Elas sabem disso. Elas sabem quem são os bons e quem são os maus. (Acreditem!) Apenas optam por escolher os maus mais vezes. Só se acerta uma vez na vida. E elas gostam de gastar as fichas todas de uma vez. Sabem quando temos alguém. Desconfiam. Desdobram-se em mil. Procuram respostas. Fazem inquéritos. Até que no fim, quando têm a certeza, nos martirizam. Elas sabem quando nos têm na mão. Fazem-se de despercebidas. Fazem-nos julgar invencíveis, os reis do mundo, os sultões dos bares. No entanto, elas sabem e deixam-nos passar por parvos. Elas sabem quando olhamos para outra, enquanto estamos na esplanada a beber café. Apanham-nos no nosso jeito atabalhoado de disfarçar. No auge do excesso de testosterona que nos torna em seres desajeitados. Sabem que fantasiamos com a vizinha, e imaginam que nós a imaginamos connosco no banho, na mesa da cozinha, ou no elevador. Elas sabem, e fazem-nos sofrer por isso: uma dor de cabeça aqui, um dia cansativo ali… Ou então, obrigam-nos a suar a vizinha para fora do nosso corpo. Obrigam-nos a entender o que temos em casa - que vale mais que a vizinha, que a rapariga do café ou que a colega de trabalho. Elas sabem como nos manipular. Sim, elas sabem. Elas sabem como nos domesticar. Mas também sabem como nos mimar. Sabem quando amuamos. Quando estamos a chocar uma gripe. Ou quando só tivemos mais um dia mau. Sabem quando desesperamos por um beijo. Quando procuramos um pouco de afecto. Elas sabem lidar com os nossos amigos. Sabem como os conquistar. Sabem qual é que era bom para aquela amiga que só tem olho para trastes. Sabem fazer-nos felizes. Sabem como nos deixar à beira de um ataque de nervos. Sabem que botões apertar para despertar um ataque de ciúmes. Sabem como nos obrigar a fazerem-se sentir desejadas. Elas sabem tudo. Sabem até que eu não fiz por mal quando comecei o texto a imaginar as curvas de cada uma delas a desfilar em lingerie, no meu quarto, ou em qualquer outro lugar. O que elas não sabem é que nós fazemos tudo para acertar. E damos tudo para nunca errar (embora errar seja humano)."

Autor(a) anónimo(a)

segunda-feira, 26 de março de 2012

As Mulheres - Rui Zink

"Tratam-nos mal, mas querem que as tratemos bem. Apaixonam-se por serial-killers e depois queixam-se de que nem um postalinho. Escrevem que se desunham. Fingem acreditar nas nossas mentiras desde que tenhamos graça a pregá-las. Aceitam-nos e toleram-nos porque se acham superiores. São superiores. Não têm o gene da violência, embora seja melhor não as provocarmos. Perdoam facilmente, mas nunca esquecem. Bebem cicuta ao pequeno-almoço e destilam mel ao jantar. Têm uma capacidade de entrega que até dói. São óptimas mães até que os filhos fazem 10 anos, depois perdem o norte. Pelam-se por jogos eróticos, mas com o sexo já depende. Têm dias. Têm noites. Conseguem ser tão calculistas e maldosas como qualquer homem, só que com muito mais nível. Inventaram o telemóvel ao volante. São corajosas e quando se lhes mete uma coisa na cabeça levam tudo à frente. Fazem-se de parvas porque o seguro morreu de velho e estão muito escaldadas. Fazem-se de inocentes e (milagre!) por esse acto de vontade tornam-se mesmo inocentes. Nunca perdem a capacidade de se deslumbrarem. Riem quando estão tristes, choram quando estão felizes. Não compreendem nada. Compreendem tudo. Sabem que o corpo é passageiro. Sabem que na viagem há que tratar bem o passageiro e que o amor é um bom fio condutor. Não são de confiança, mas até amais infiel das mulheres é mais leal que o mais fiel dos homens. São tramadas. Comem-nos as papas na cabeça,mas depois levam-nos a colher à boca. A única coisa em nós que é para elas um mistério é a jantarada de amigos – elas quando jogam é para ganhar. E é tudo. Ah, não, há ainda mais uma coisa. Acreditam no Amor com A grande mas, para nossa sorte, contentam-se com pouco."


Rui Zink, in "Jornal Metro"

terça-feira, 20 de março de 2012

Conversas "laborais"...

As minhas colegas estão a falar em como apanham os homens e as suas traições. Isto está interessante. Não que vá "aprender" alguma coisa e como me safar caso prevarique, mas para ver até que ponto vai a perspicácia delas, que verdade seja dita, está muito à frente da dos homens. Disso não tenho dúvidas... Por isso meus amigos, quem quer praticar o "encorning", tenha medo...  muito medo!
Eu até hoje nunca me tive de preocupar com isso...

quinta-feira, 8 de março de 2012

Às Mulheres...

...apesar de este não ser um dia diferente de todos os outros. Inteligentes, Corajosas, Belas, Amigas, Amantes, Companheiras, Mães, Trabalhadoras Incansáveis, Fonte de Inspiração e alguém que simplesmente não podemos viver sem...

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Para mim?

A propósito de insistirem em arranjar-me companheira, já o disse Algures onde apenas eu sei... que não adianta andar a empurrar-me para os braços de quem não quero ou de quem nada sinto. Já levo uns aninhos de vida, e esta minha "independência", não é de facto algo fácil de se lidar, por isso, ou eu de facto sinto alguma coisa por alguém e avanço, ou então esqueçam, não vale a pena dizer que a Maria* cozinha bem, que a Joaquina* é gira, que a Miquelina* tem independência financeira ou que a Diamantina* gosta de mim. 

ESQUEÇAM! Eu é que decido, ou melhor, o meu coração... e sim, ele  é exigente e casmurro.


Tenho dito...
*Nomes fictícios

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência...

Shopping Center de Maridos
Havia um "Shopping Center de Maridos", onde as mulheres podiam escolher o seu marido entre várias opções de homens. O shopping tinha cinco andares, sendo que as qualidades dos homens cresciam nos andares mais altos.
A única regra era que, uma vez em um andar, não se poderia mais descer
- deveria escolher um homem do andar, subir ao próximo ou ir embora.
Uma dupla de amigas foi até o shopping.


PRIMEIRO ANDAR
- Um aviso na porta dizia: "Os homens deste andar trabalham e gostam de crianças".
Uma das amigas disse para a outra: "Bem, é melhor do que ser desempregado ou não gostar de crianças, mas como serão os homens do próximo andar?".
Então elas subiram as escadas.


SEGUNDO ANDAR
- "Os homens deste andar trabalham, têm excelentes salários, gostam de crianças e são muito bonitos".
"Vês?" - disse uma delas - "Como serão então os homens do próximo andar?"
Então elas subiram as escadas.


TERCEIRO ANDAR
- "Os homens deste andar trabalham, têm excelentes salários, gostam de crianças, são muito bonitos e ajudam no serviço doméstico".
"UAU!" - diz a mulher - "Muito tentador, mas como serão os homens do próximo andar?" Então elas subiram as escadas.


QUARTO ANDAR
- "Os homens deste andar trabalham, têm excelentes salários, gostam de crianças, são muito bonitos, ajudam no serviço doméstico e são óptimos amantes".
"MEU DEUS...pensa! O que será que nos aguarda no quinto andar!!!"
Então elas subiram até o quinto andar.


QUINTO ANDAR
- A placa na porta do andar vazio dizia: "Este andar serve somente para provar que as mulheres nunca estão satisfeitas, é impossível! Por favor siga até a saída e tenha um bom dia".

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Quero o que queres* e não o que querem que eu queira...

De nada adianta empurrarem-me para os braços de quem não quero, de quem nada sinto. O meu coração é um rebelde, irreverente de tal forma que só dá ouvidos a si próprio e ao seu instinto selvagem. Só é domado por quem o excita e faz bater mais forte, porque é cego de amar e quer acreditar. Não aceita imposições, não aceita esta ou aquela, quer somente quem o alimenta, quem o desperta. É isso que o faz viver, é isso que me faz viver. Tudo o resto são ilusões que não quero viver obrigado. A escolha é dele e só a posso respeitar. Domesticar algo selvagem é matar a sua essência, é transformá-lo em algo totalmente diferente daquilo para que foi concebido, é encarcerar o que só pode ser livre, sob pena de o matar...

Frequentemente tenho sido posto à prova, elogiam-me, transformam-me em algo que não me vejo por mais que queira, tentam-me, como que dizendo, és especial, és aquele, quero-te, aqui e agora. Vem...Estou aqui, não me tomas porquê? Não sucumbes às tentações e ao desejo? És maricas? Só podes.. outros querem e tu nada, recusas-me como ninguém, em nome do quê?! Não, não sou maricas... Não, não quero. Não me consigo enganar, sei que ao ceder estarei a trair-me e àquele que bate selvagem pela sua liberdade e desejo, engano-me a mim próprio, a ele, e a quem o faz despertar, e isso é algo difícil de aceitar. É como se cometesse um crime contra mim próprio, e a maior pena, seria não aquela que a sociedade me iria impor, mas a minha própria censura ética e moral. No entanto, aqui e ali lá estão elas, desnudadas, acenando-me para um banho bem quente ou uma cama bem larga com lençois de cetim e aspecto acolhedor, com ofertas e com palavras, oferecendo-me prazer e luxúria. O telefone continua a tocar e continuo sem ceder, porque não são elas que quero, não são elas que desejas e não são elas que te fazem viver, que me fazem viver. Se o fizer, não só as enganarei a elas, como me enganarei , bem como àquele a quem devo fidelidade, sob forma do meu coração e à sua escolha, por mais controversa que seja...

A isto chama-se fidelidade, a isto chama-se liberdade, a isto chama-se respeitar, a isto chama-se amar...
O pouco que tenho a ganhar, vale tudo o que possa vir a perder...
Estou disposto a isso...
Quero o que queres* e não o que querem que eu queira...

*o meu coração

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Confuso...

Adoro que me dêem música, simplesmente às vezes deixam-me demasiado confuso para discernir se devo seguir o ritmo, se a letra, ou, se simplesmente devo ouvir e apreciar...

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Jewel - Morning Song - I can be Henry Miller and you can be Anais Nin...

As manhãs às vezes conseguem ser nostálgicas...
Jewel - "Morning Song"
Let the phone ring, let's go back to sleep
Let the world spin outside out door, you're the only one that I wanna see
Tell your boss you're sick, hurry, get back in I'm getting cold
Get over here and warm my hands up, boy, it's you they love to hold
And stop thinking about what your sister said
Stop worrying about it, the cat's already been fed
Come on darlin', let's go back to bed
Put the phone machine on hold
Leave the dishes in the sink
Do not answer the door
It's you that I adore-
I'm gonna give you some more
We'll sit on the front porch, the sun can warm my feet
You can drink you coffee with sugar and cream
I'll drink my decaf herbal tea
Pretend we're perfect strangers and that we never met...
My how you remind me of a man I used to sleep with
that's a face I'd never forget
You can be Henry Miler and I'll be Anais Nin
Except this time it'll be even better,
We'll stay together in the end
Come on darlin', let's go back to bed
Put the phone machine on hold
Leave the dishes in the sink
do not answer the door
It's you that I adore-
I'm gonna give you some more

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Há coisas do arco da velha!

Quais as probabilidades de alguém ter trabalhado na mesma rua onde eu trabalho há 6 anos, morar na mesma cidade que eu, ter gostos algo semelhantes aos meus, recordar-se de mim ao ponto de me "detectar" no Facebook e me pedir amizade, isto quando não a conheço nem me recordo da cara dela (talvez não me seja estranha, mas mesmo assim...), aparentemente não temos amigos em comum, eu ter o perfil privado para "não amigos" e não aceitar pedidos de amizade de quem não conheço. Ah, e enviar-me umas mensagens com "muitos beijinhos" e "quem sabe não nos encontramos"? "Háxisto" muito estranho...

PS: Sim, sou desconfiado também...

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Não é preciso esmiuçar...

... e nem o farei, pois não tenho dúvidas (nem as tinha!), és uma Mulher inteligente e perspicaz... Sim, tu!!!
E mais não digo...

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O pouco sabe a muito e o muito sabe a pouco...

Há Mulheres que nos fazem pensar, têm a inteligência e o "know how" para nos "cativarem" com a sua conversa e personalidade, e que por aquilo que são e demonstram ser e conhecer, fazem com que o pouco saiba a muito e o muito saiba a pouco, deixando-nos de uma forma que nos obriga a distinguir entre aquelas que fazem (toda) a diferença e que de alguma forma marcam a nossa vida pelo incremento que lhe dão a todos os níveis, e aquelas que passam por nós e nada lhe acrescentam excepto futilidades. O pior é que como as primeiras encontramos muito poucas na nossa vida... isso faz com que conquistem um lugar Algures Onde Apenas Eu Sei e olhemos sempre para elas de uma forma protectora e com muito respeito e admiração...