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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Da análise aos "estados de espírito"...

Sou uma pessoa muito expressiva. Facilmente se consegue perceber quando estou bem ou quando estou mal. Dúvidas haja e não bastando a questão de expressão facial, temos a atitude e forma de estar. Se estou bem, "apareço", todos me ouvem, todos me vêem. Começa pelo meu sorriso e acaba na minha disponibilidade para ajudar e brincar. Quando não estou bem, facilmente recolho ao escritório, à minha secretária, aos phones e embrenhado na "minha" música e no trabalho (quando consigo não ficar "afectado"). É demasiado óbvio, pelo que, não compreendo quando há pessoas que já trabalham comigo há uns aninhos e ainda não me saibam "ler". Sinceramente não há que enganar, pelo que das três uma:
- Ou têm um profundo desconhecimento da minha pessoa e venho-lhes passando "ao lado" ao longo destes anos;
- ou não sabem "analisar" as pessoas e os seus estados de espírito e têm um péssimo sentido de "oportunidade";
- ou "batem-se de estúpidos" e o objectivo passa meramente por me chatear.
Ora, não compreendo qualquer uma das opções, sendo que a última, é aquela que encontro menos razões de ocorrer, ainda assim, a mais racional ou plausível. Tem a resposta que merecem: nenhuma, ou seja, o belo de um "ignore", ou, se não perceberem à primeira, consigo ser um pouco bruto, o que surpreende tudo e todos, pois não é habitual.

A minha atitude perante uma situação do género é dar espaço à pessoa e disponibilizar-me para ajudar. É simples, não melindra nem chateia ninguém. Será assim tão complicado? Parece que sim. Pelo menos é o que a experiência me diz...  


Deixem-me...

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

São velhos fantasmas que saiem, são novas vivências que entram...

Início da semana. Acordo com velhos fantasmas que outrora me preenchiam o pensamento e os dias.
Receio de algo. Receio do desconhecido... Existe maior receio que esse para o ser humano? Reencontros que nos levam a perguntas, procurando as respostas às dúvidas que me assolam. Como? Quem? Quando? Onde? Porquê? Nenhuma delas me satisfaz. Só o concreto, só o real me pode responder ao pensamento, até lá, novas perguntas procurando respostas...

Nada me foi respondido e, Algures onde apenas eu sei... há realidades com as quais temos de viver, temos de enfrentar e, às vezes, com as quais nos temos de conformar.
A verdade é que os velhos fantasmas dão lugar a novas realidades, a novas formas de ver a vida, a novas pessoas, a novos pensamentos, a novos sentimentos. É a vida...

São velhos fantasmas que saiem, são novas vivências que entram...