Estou diferente.
Estou diferente, por tudo aquilo que fui...
Estou diferente, por tudo aquilo que sou...
Estou diferente, por tudo aquilo que não consigo deixar de ser...
Estou diferente.
Estou diferente, porque fui feliz...
Estou diferente, porque tenho saudades de ti...
Estou diferente, porque não sei viver assim...
Estou diferente.
Estou diferente, por tudo o que falei...
Estou diferente, por tudo o que fiz...
Estou diferente, por tudo o que não consigo falar e fazer...
Estou diferente, por já não saber responder ao meu querer...
Estou diferente.
Estou diferente, porque onde havia amor, hoje apenas há dor...
Este pretende ser o meu pequeno cantinho, fica entre o meu coração e a minha cabeça ou, algures onde apenas eu sei...
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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Da análise aos "estados de espírito"...
Sou uma pessoa muito expressiva. Facilmente se consegue perceber quando estou bem ou quando estou mal. Dúvidas haja e não bastando a questão de expressão facial, temos a atitude e forma de estar. Se estou bem, "apareço", todos me ouvem, todos me vêem. Começa pelo meu sorriso e acaba na minha disponibilidade para ajudar e brincar. Quando não estou bem, facilmente recolho ao escritório, à minha secretária, aos phones e embrenhado na "minha" música e no trabalho (quando consigo não ficar "afectado"). É demasiado óbvio, pelo que, não compreendo quando há pessoas que já trabalham comigo há uns aninhos e ainda não me saibam "ler". Sinceramente não há que enganar, pelo que das três uma:
- Ou têm um profundo desconhecimento da minha pessoa e venho-lhes passando "ao lado" ao longo destes anos;
- ou não sabem "analisar" as pessoas e os seus estados de espírito e têm um péssimo sentido de "oportunidade";
- ou "batem-se de estúpidos" e o objectivo passa meramente por me chatear.
Ora, não compreendo qualquer uma das opções, sendo que a última, é aquela que encontro menos razões de ocorrer, ainda assim, a mais racional ou plausível. Tem a resposta que merecem: nenhuma, ou seja, o belo de um "ignore", ou, se não perceberem à primeira, consigo ser um pouco bruto, o que surpreende tudo e todos, pois não é habitual.
A minha atitude perante uma situação do género é dar espaço à pessoa e disponibilizar-me para ajudar. É simples, não melindra nem chateia ninguém. Será assim tão complicado? Parece que sim. Pelo menos é o que a experiência me diz...
Deixem-me...
A minha atitude perante uma situação do género é dar espaço à pessoa e disponibilizar-me para ajudar. É simples, não melindra nem chateia ninguém. Será assim tão complicado? Parece que sim. Pelo menos é o que a experiência me diz...
Deixem-me...
sexta-feira, 2 de março de 2012
E se o dia havia começado mal...
...terminou ainda pior. Para além de um polícia armado em estúpido, que mandou um monovolume quase para cima do meu carro e se armou em "galo da índia" e puxou do distintivo, porque não olha pelo espelho lateral e não sabe que nas rotundas se deve circular por dentro, apesar de nada se ter passado. Enfim, não obstante isso, ainda vem o focorrup(or)to, a malta da fruta, dos chocolatinhos, do café com leite, quinhentinhos e viagens aos árbitros, roubar-nos na Luz. A vergonha do costume... Bem disse o Pulha Garcia! E este proença é um sério candidato ao troféu olarápio benquerença.
Mau de mais...
Mau de mais...
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