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sábado, 5 de dezembro de 2009

Para uma Flor... O Jardim

Dos vários albúns de música que oiço, há um que se tem repetido na minha "playlist" dos últimos tempos. O albúm de Tiago Bettencourt & Mantha "O Jardim". Digamos que me identifico muito com as letras e é como que se fossem uma banda sonora da minha vida. Cada dia que passa uma ou outra música ganha um significado especial perante as situações de vida que vão ocorrendo... A última que me entrou no ouvido e está em "repeat" é o "Jardim"... 3 minutos que parecem colados aos meus dias. As primeiras palavras (e as outras não ficam atrás...) encaixam perfeitamente em algo que estou a viver e em alguém que tenho bem perto de mim, e esta música é para esse alguém...



Quero-te regar, minha flor.

Quero cuidar de ti.
Deixa-me entrar no jardim,
Deixa-me voltar a dormir.

Quero-te regar, minha flor,
Dar-te de novo a paz que perdi.
Quero desvendar a parte triste que há em ti.
Deixa-me existir no espaço novo que acordaste em mim.

E não vês que é de nós o jardim que se fez
Não vês que é para nós o jardim que nos faz em olhar
Que este frio faz tremer quem fica
E faz voltar o que tens e que é meu

Não vês que é de nós o jardim que se fez
Não vês que é para nós o jardim que nos faz em olhar
Que este frio faz tremer quem fica
E faz voltar o que tens e que é meu

Porque é meu...
Porque é meu.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Grito mudo...

Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!

Apesar de não ser audível nem aí nem aqui, gritei...
Tanta coisa a correr mal ao mesmo tempo. Xiça! Para não dizer outra coisa... Ele é carro que avaria, ele é portátil que não arranca, ele é torradeira que se incendeia...
Ele é testes que correm mal, ele é testes que não chegam ao fim, ele é estudo sem "aplicabilidade"...
Ele é coisas que não se resolvem, ele é prazos que não se cumprem, ele é dinheiro que não vem...
Ele é paixão que não chega, ele é amor latente que teima em não despertar, ele é o desalento de não a poder beijar...
Ele é uma saturação, ele é um cansaço, ele é um desânimo...

Ele está é farto... das notas que não tira, do dinheiro que não tem e do amor que não chega....

E cá estou eu, sem que me tenha ouvido e sem que me tenham escutado...

Melhores dias virão. Até quando acreditarei nesta frase...

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Dias difíceis...

Adivinham-se dias difíceis para os próximos tempos... Nenhuma novidade portanto. O que há de novo? Talvez o facto de me sentir cansado e sem forças para lutar. Bem sei que são dias, mas estes também têm de ser vividos e não temos o dom de passar ao lado deles. Não podemos ficar trancados em casa à espera que passem uma vez que temos o trabalho, a Faculdade e outros afazeres no nosso dia-a-dia de correria e stress... É a vida ou como se diria neste "novo mundo" repleto de estrangeirismos, é a "viding"! O certo é que não há como fugir e vou mesmo ter de enfrentar estes dias... É certo que por entre notícias menos boas, lá aparece uma ou outra que nos dão algum alento ou nos fazem sorrir. Hoje por exemplo soube que uns colegas (amigos) da Faculdade começaram a namorar... A verdade é que algo transparecia e o meu 6.º sentido (funciona bastante em relação a terceiros... como dizemos em Direito, é oponível erga omnes, ou seja contra todos, não funciona é a favor do detentor do direito... para lamento meu, mas pode ser que um dia não me engane em relação a mim próprio)não me enganou... sempre juntos, uma grande cumplicidade, os olhares, o "apoio" desmesurado em situações de apuro... é bom estar apaixonado não é?! Melhor ainda quando essa paixão é correspondida. Espero em breve poder escrever um pouco mais acerca da Faculdade e dos meus colegas (e amigos... alguns) mas terá de ser com mais tempo, com mais paciência e... com mais força.
E agora?! Agora tenho de arranjar forças para regressar ao trabalho. Esse não espera... mais logo, aulas. Adivinham-se dias difíceis....

Antony and the Johnsons - Fistful of Love


I was lying in my bed last night staring
At a ceiling full of stars
When it suddenly hit me
I just have to let you know how I feel
We live together in a photograph of time
I look into your eyes
And the seas open up to me
I tell you I love you
And I always will
And I know you can't tell me
I know you can't tell me

So I'm left to pick up
The hints, the little symbols of your devotion
So I'm left to pick up
The hints, the little symbols of your devotion

And I feel your fists
And I know it's out of love
And I feel the whip
And I know it's out of love
And I feel your burning eyes burning holes
Straight through my heart
It's out of love
It's out of love

I accept and I collect upon my body
The memories of your devotion
I accept and I collect upon by body
The memories of your devotion

And I feel your fists
And I know it's out of love
And I feel the whip
And I know it's out of love
And I feel your burning eyes burning holes
Straight through my heart
It's out of love, ooh hoo
It's out of love

Give me a little bit serious love
Give me a little full love
Be full of love

Fists, fists, fists full of love...

sábado, 14 de novembro de 2009

Gostava de ler o teu olhar...

Gostava de ter o dom de "ler" olhares. Às vezes tenho a ideia que o consigo fazer e se não fosse esta incerteza, pareceu-me que os teus olhos disseram "Quero um beijo teu...". Seria isto?! Só tu saberás a resposta...
A nossa mente deturpa tanto aquilo que o nosso olhar transmite... ou não?! Mas era isso que gostava de ler no teu olhar...

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Tiago Bettencourt - "O Campo"

Por entre o turbilhão de sentimentos que paira algures onde apenas eu sei... Parece que quanto mais anos tenho, menos me conheço e mais receio as minhas reacções... Os meus medos, que quando parece que aprendi a lidar com eles, conseguem entrar nos espaços mais esconsos do meu ser...

Esta música é muito bonita...



Tiago Bettencourt - "O Campo"

Quis agarrar a ti o mar
Quis agarrar a ti o sol
Quis que o mar fosse maior
Quis que o mar tocasse o sol
Quis que a luz entrasse em nós
Inundasse o lado frio
Quis agarrar a tua mão
E descer o nosso rio

Quero agarrar a ti o céu
Quero agarrar a ti o chão
Quero que a chuva molhe o campo
E que o campo seja teu
Para que eu cresça outra vez
Quero agarrar em ti raiz
Quero agarrar a ti o corpo
E eu quero ser feliz...

Quis agarrar a ti o barco
Quis agarrar a ti os remos
Que usamos nas marés
Quando as ondas são de ferro
Quero agarrar a ti a luta
Quero agarrar a ti a guerra
Quero agarrar a ti a praia
E o sabor de chegar a terra

Porque o mar tocou no sol
Inundou o lado frio
Porque o sol ficou em nós
E desceu o nosso rio
Por isso dá-me a tua mão
Não largues sem querer
Quero agarrar a ti o mar
Eu quero é viver.

Se tens medo da dor
Vem ver o que é o amor
Se não sabes curar
Vem ser o que é amar

Quero ver-te amanhecer.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

A chuva apareceu...


A chuva apareceu...
Através da janela do meu quarto oiço e sinto a sua presença. Se o Outono teimava em não aparecer, a chuva fez questão de provar que ele está aí, deixando no ar a pergunta "até quando"...
O fim de semana prolongado vai chegando ao fim e a chuva "apaga" os seus despojos, como que limpando as vias para a semana que aí vem... Mais um fim de semana com muitas semelhanças a anteriores, diferente na banda sonora, diferente no tempo, diferente nos pensamentos... Não que não sejam nostálgicos mas, apesar de certas pessoas continuarem (sempre) no nosso pensamento, outras vão ganhando o seu espaço nele e no meu coração... A saudade aperta e faz-nos querer a companhia dessas pessoas que nos são queridas... pessoas essas que nestes fins de semana estão presentes nos meus pensamentos, mas afastadas da minha vista. "Longe da vista, longe do coração"... Se em algumas situações esta expressão pode ser usada, esta não é uma delas... Sonhar é bom, viver é melhor... A semana passada tive certos "toques", certas "expressões", certas "palavras", impregnadas de sentimento... e essas a chuva não apaga(ou)... e essas, fazem-me querer chegar ao amanhã... e ao depois... e ao depois... até chegar aos "toques", às "expressões", às "palavras", aos "abraços"... aos "beijos"... aos "afectos"... aos "sentimentos" sentidos... esses a chuva não apaga, porém...
A chuva apareceu...